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	<title>Servidores Públicos Archives - Eugenio &amp; Almeida Advogados</title>
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	<title>Servidores Públicos Archives - Eugenio &amp; Almeida Advogados</title>
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		<title>Como funciona a fila de pagamento dos precatórios?</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2026 03:02:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Um servidor pode ter entrado com a ação antes de um colega e, ainda assim, receber depois. Essa diferença, sozinha, não indica desrespeito à fila: a ordem considera informações que vão além da antiguidade do processo. A fila de pagamento dos precatórios é organizada por entidade devedora, considerando a ordem de apresentação ao tribunal e [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Um servidor pode ter entrado com a ação antes de um colega e, ainda assim, receber depois. Essa diferença, sozinha, não indica desrespeito à fila: a ordem considera informações que vão além da antiguidade do processo.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A fila de pagamento dos precatórios é organizada por entidade devedora, considerando a ordem de apresentação ao tribunal e as preferências legais. Créditos alimentares têm preferência sobre os comuns, e determinados titulares de créditos alimentares podem receber uma parcela superpreferencial. Por isso, a cronologia precisa ser analisada junto com a classificação do crédito e as prioridades reconhecidas.</strong> </p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Como o precatório entra na fila?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em regra, após a decisão definitiva sobre o direito, os valores são apurados e homologados, ou seja, aprovados pelo juiz. Definido o montante a requisitar, o juízo da execução encaminha ao tribunal o ofício requisitório, com os dados do credor, do crédito e da entidade devedora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No TJSP, a Diretoria de Execuções de Precatórios e Cálculos, conhecida como Depre, registra e organiza essas requisições.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há listas por entidade devedora. Um precatório contra a Fazenda do Estado de São Paulo não integra a mesma lista de outro contra a Prefeitura da capital. As requisições de pequeno valor (RPVs) seguem procedimento próprio, fora da fila de precatórios. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://eugenioalmeida.com.br/quanto-tempo-demora-processo-contra-governo/">Leia também: Quanto tempo demora um processo contra o governo?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">O que define a ordem cronológica?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O marco é o recebimento do ofício requisitório pelo tribunal ao qual está vinculado o juízo da execução. A data de início da ação não determina essa posição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre créditos de mesma natureza e sem diferença de prioridade, considera-se a precedência da apresentação, observada a organização por exercício. O registro inclui data e horário do recebimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por exemplo: entre dois servidores com créditos salariais contra o Estado, em condições equivalentes, o requisitório apresentado primeiro tem precedência, mesmo que a ação correspondente tenha começado depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ano de referência utilizado no cadastro não deve ser confundido com uma garantia de recebimento naquele período.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Qual é a diferença entre crédito alimentar e comum?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A natureza do crédito influencia a preferência de pagamento:</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th>Natureza</th><th>Exemplos</th><th>Tratamento na fila</th></tr></thead><tbody><tr><td>Alimentar</td><td>Diferenças salariais, aposentadorias e pensões</td><td>Tem preferência sobre os créditos comuns, observadas as regras de organização da lista.</td></tr><tr><td>Comum</td><td>Desapropriações e créditos sem natureza alimentar</td><td>Não recebe a preferência reservada aos alimentares.</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">A classificação depende da origem da verba reconhecida judicialmente, não apenas de o credor ser servidor público. </p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Quem pode ter superpreferência?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Além da preferência dos alimentares, existe uma proteção adicional para seus titulares, originários ou por herança, que preencham uma destas condições:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Tenham 60 anos ou mais;</li>



<li>Tenham doença grave, conforme os critérios aplicáveis;</li>



<li>Sejam pessoas com deficiência, nos termos da legislação.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A idade pode ser alcançada durante a espera e deve ser verificada pelos dados dos autos. Doença grave e deficiência exigem comprovação: após a apresentação do precatório ao TJSP, o pedido é dirigido à Depre, com identificação e laudo médico. </p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">A prioridade alcança o precatório inteiro?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não necessariamente. A regra geral do artigo 100, § 2º, da Constituição limita a parcela superpreferencial a três vezes o teto da RPV. No regime especial, aplicável à Fazenda do Estado de São Paulo, o limite é de cinco vezes, conforme o artigo 102, § 2º, do ADCT.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O cálculo exige conferir a lei aplicável ao teto da RPV, considerando a data do trânsito em julgado da fase de conhecimento, quando a decisão sobre o direito se tornou definitiva. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Pago o limite superpreferencial, o saldo mantém a posição original na ordem cronológica. Não há nova parcela apenas porque surgiu outro fundamento de prioridade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No regime especial, se os recursos não atenderem todos os superpreferenciais, o CNJ estabelece a sequência: doença grave, idosos e pessoas com deficiência. Dentro de cada grupo, tem precedência o precatório mais antigo. <strong>Superpreferência não significa pagamento imediato.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Entenda o que a posição do seu precatório representa</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se você tem dúvidas sobre a posição do seu precatório ou sobre o reconhecimento de uma prioridade, solicite uma avaliação jurídica da sua situação. A análise do requisitório e do histórico do processo pode esclarecer como o crédito está classificado e se há alguma providência a tomar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com o número do precatório e os documentos disponíveis, é possível conferir as informações registradas, identificar eventuais ajustes necessários e receber orientação sobre os próximos passos adequados ao seu caso.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://wa.me/551126310424?text=Ol%C3%A1%2C%20vim%20pelo%20artigo%20sobre%20a%20fila%20de%20pagamento%20dos%20precat%C3%B3rios%20e%20gostaria%20de%20orienta%C3%A7%C3%A3o%20para%20entender%20como%20funciona%20a%20ordem%20de%20pagamento%20e%20qual%20%C3%A9%20a%20situa%C3%A7%C3%A3o%20do%20meu%20cr%C3%A9dito." target="_blank" rel=" noopener"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="247" src="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg" alt="" class="wp-image-1283" style="aspect-ratio:4.145908845530963;width:330px;height:auto" srcset="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg 1024w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-300x72.jpg 300w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-768x185.jpg 768w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1536x371.jpg 1536w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-2048x494.jpg 2048w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1920x463.jpg 1920w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-600x145.jpg 600w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-414x100.jpg 414w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-260x63.jpg 260w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-85x21.jpg 85w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-800x193.jpg 800w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-373x90.jpg 373w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
</div>


<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Artigo elaborado por Eugenio &amp; Almeida Advogados, com registro na OAB/SP 42.168, especialistas na defesa do servidor público em todo Brasil. Esse artigo possui caráter meramente informativo.</p>



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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Fontes </h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www2.camara.leg.br/a-camara/atividade-legislativa/legislacao/constituicao1988?utm_source=chatgpt.com">Constituição Federal</a>;</li>



<li><a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/3130?utm_source=chatgpt.com">Resolução CNJ nº 303/2019</a>;</li>



<li><a href="https://esaj.tjsp.jus.br/gcn-frontend-vue/legislacao/find/220096?utm_source=chatgpt.com">TJSP: Provimento CSM nº 2.753/2024</a>.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Posso pedir licença-prêmio antes de me aposentar? E se o pedido for negado?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jonathan]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Servidores Públicos]]></category>
		<category><![CDATA[licenca-premio-antes-aposentadoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sim, o servidor que possui períodos de licença-prêmio adquiridos pode solicitar o usufruto antes da aposentadoria, observadas as regras do seu regime jurídico. Mas apresentar o pedido não garante o afastamento nas datas pretendidas. Para usufruir a licença-prêmio antes da aposentadoria, é necessário ter períodos adquiridos e obter autorização de afastamento. Se o pedido for [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Sim, o servidor que possui períodos de licença-prêmio adquiridos pode solicitar o usufruto antes da aposentadoria, observadas as regras do seu regime jurídico. Mas apresentar o pedido não garante o afastamento nas datas pretendidas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para usufruir a licença-prêmio antes da aposentadoria, é necessário ter períodos adquiridos e obter autorização de afastamento. Se o pedido for negado, cabe avaliar os motivos e os meios de revisão. Após a aposentadoria, o saldo não utilizado pode fundamentar pedido de indenização, conforme o regime e as condições do caso.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Adquirir, pedir e usufruir são etapas diferentes</h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Adquirir o direito:</strong> cumprir as condições legais para formar um período de licença-prêmio;</li>



<li><strong>Solicitar o usufruto:</strong> pedir autorização para utilizar o saldo, indicando o período pretendido;</li>



<li><strong>Usufruir a licença:</strong> afastar-se do trabalho nas condições autorizadas.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">No Estado, o reconhecimento é feito mediante certidão e publicação, independentemente de requerimento. Para o gozo, é preciso pedir autorização e aguardar em exercício.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Quais regras precisam ser verificadas em São Paulo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para os estaduais abrangidos pela Lei nº 10.261/1968 e pela LC nº 1.048/2008, o gozo pode ser integral ou em parcelas de pelo menos 15 dias. A decisão considera a chefia, a opção do servidor e o interesse do serviço, com o dever de viabilizar o descanso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo 213 prevê o pedido até o preenchimento das condições para aposentadoria voluntária e perda da licença quando se pede a inatividade sem requerimento prévio e oportuno de gozo. Há regras de transição e normas próprias em órgãos como o Judiciário. O momento do pedido deve ser conferido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos municípios, valem as normas locais. Na capital, a Lei nº 10.779/1989 preservou períodos históricos de quem optou pelo regime, sem instituir novas aquisições para todos os servidores. Outras prefeituras têm regras próprias.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">E se a Administração negar o pedido?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">É preciso entender o que foi negado: o reconhecimento do saldo ou o afastamento nas datas solicitadas. Pode haver divergência na contagem, condição legal não atendida ou necessidade do serviço que interfira no descanso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No âmbito estadual, a decisão deve ser fundamentada, conforme a Lei nº 10.177/1998. Dependendo do regime e dos motivos, cabe avaliar revisão administrativa ou medida judicial para proteger o usufruto, sem garantia de autorização na data escolhida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Guarde requerimento, protocolo e decisão. A negativa não extingue, por si só, o saldo adquirido nem o transforma em dinheiro.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://eugenioalmeida.com.br/prazo-licenca-premio-pagamento-servidor-publico/">Leia também: Licença-prêmio: até quando posso pedir o pagamento?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Usufruir parte agora e avaliar o saldo depois pode fazer sentido?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Pode, conforme a situação funcional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma estratégia que pode ser avaliada é usufruir de parte da licença-prêmio enquanto o servidor ainda está na ativa e, após a aposentadoria, analisar a possibilidade de buscar judicialmente a indenização do saldo adquirido e não utilizado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É preciso conferir os prazos, o saldo e as condições de indenização, inclusive eventuais comunicações do órgão determinando o gozo antes da aposentadoria. Usufruir parte não cria, sozinho, o direito ao pagamento do restante.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A decisão considera o descanso desejado e os períodos compatíveis com a aposentadoria.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">O que acontece com o saldo após a aposentadoria?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A aposentadoria, em regra, impede o descanso relativo ao vínculo encerrado. O saldo adquirido e não aproveitado pode fundamentar indenização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No Tema 635, o STF reconhece a conversão de direitos remuneratórios não usufruídos por inativos em indenização, para evitar enriquecimento sem causa da Administração. O TJSP aplica esse fundamento à licença-prêmio, inclusive em decisões favoráveis a aposentados sem pedido anterior de gozo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A cobrança do saldo exige verificar:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A previsão do direito e a aquisição dos períodos;</li>



<li>A comprovação dos dias não usufruídos;</li>



<li>A ausência de pagamento anterior ou uso do mesmo período na aposentadoria, como contagem em dobro;</li>



<li>As particularidades funcionais e o prazo aplicável à cobrança.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Certidões e registros funcionais sustentam essa análise. Um pedido negado ajuda a documentar o histórico, mas não é exigência universal para toda ação de indenização.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Experiências de processos rápidos não permitem prever outros casos. Julgamento, recursos e pagamento têm etapas próprias, sem garantia de prazo ou resultado.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Defina o próximo passo antes de se aposentar</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se seu pedido foi negado ou há dúvidas sobre o saldo de licença-prêmio, é importante analisar essa situação antes da aposentadoria. Uma avaliação jurídica individualizada pode ajudar a identificar se cabe questionar a negativa, organizar o usufruto dos períodos disponíveis ou buscar a indenização dos períodos não utilizados após a aposentadoria.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://wa.me/551126310424?text=Ol%C3%A1%2C%20vim%20pelo%20artigo%20sobre%20licen%C3%A7a-pr%C3%AAmio%20antes%20da%20aposentadoria%20e%20gostaria%20de%20orienta%C3%A7%C3%A3o%20para%20entender%20se%20posso%20solicitar%20esse%20direito%20e%20quais%20s%C3%A3o%20as%20possibilidades%20caso%20meu%20pedido%20seja%20negado." target="_blank" rel=" noopener"><img decoding="async" width="1024" height="247" src="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg" alt="" class="wp-image-1283" style="aspect-ratio:4.145908845530963;width:299px;height:auto" srcset="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg 1024w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-300x72.jpg 300w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-768x185.jpg 768w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1536x371.jpg 1536w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-2048x494.jpg 2048w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1920x463.jpg 1920w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-600x145.jpg 600w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-414x100.jpg 414w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-260x63.jpg 260w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-85x21.jpg 85w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-800x193.jpg 800w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-373x90.jpg 373w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
</div>


<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Artigo elaborado por Eugenio &amp; Almeida Advogados, com registro na OAB/SP 42.168, especialistas na defesa do servidor público em todo Brasil. Esse artigo possui caráter meramente informativo.</p>



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<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:22px"><strong>Fontes </strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei.complementar/2008/lei.complementar-1048-10.06.2008.html">Lei Complementar estadual nº 1.048/2008</a></li>



<li><a href="https://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/lei-10779-de-05-de-dezembro-de-1989">Lei municipal de São Paulo nº 10.779/1989</a></li>



<li><a href="https://esaj.tjsp.jus.br/cjsg/getArquivo.do?casChecked=true&amp;cdAcordao=18748055&amp;cdForo=0">TJSP: indenização por licença-prêmio não usufruída</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>A licença-prêmio vale para todo servidor público?</title>
		<link>https://eugenioalmeida.com.br/quem-tem-direito-licenca-premio/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 15:00:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[#LicençaPrêmio #ServidoresPúblicos #DireitosDoServidor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não. Trabalhar no serviço público não assegura, por si só, o direito à licença-prêmio. Tem direito à licença-prêmio quem está abrangido por legislação que prevê o benefício e cumpre suas condições. É necessário verificar o vínculo, a carreira, as datas e o histórico funcional. Também pode haver períodos antigos preservados, mesmo quando já não é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Não. Trabalhar no serviço público não assegura, por si só, o direito à licença-prêmio.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Tem direito à licença-prêmio quem está abrangido por legislação que prevê o benefício e cumpre suas condições. É necessário verificar o vínculo, a carreira, as datas e o histórico funcional. Também pode haver períodos antigos preservados, mesmo quando já não é possível adquirir novas licenças.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">O tipo de vínculo muda a análise</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A licença-prêmio é um afastamento remunerado previsto em determinados regimes, ligado ao tempo de exercício e à assiduidade.</p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th>Vínculo</th><th>O que precisa ser observado</th></tr></thead><tbody><tr><td>Efetivo</td><td>Ser efetivo não assegura o benefício sem previsão legal e cumprimento dos requisitos.</td></tr><tr><td>Comissionado</td><td>Distingue-se a nomeação exclusiva em comissão do vínculo efetivo com exercício de cargo ou função de confiança.</td></tr><tr><td>Temporário</td><td>Valem as normas da contratação. Os benefícios dos efetivos não se estendem automaticamente.</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Chamar alguém de “contratado” ou “comissionado” não basta para identificar seu regime.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Servidores federais: licença-prêmio e capacitação</h2>



<p class="wp-block-paragraph">No regime da Lei nº 8.112/1990, a licença-prêmio por assiduidade foi substituída pela licença para capacitação. A Lei nº 9.527/1997 preservou os períodos de licença-prêmio adquiridos até <strong>15 de outubro de 1996</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode haver saldo antigo se as condições foram cumpridas até esse marco, sem possibilidade de adquirir novos períodos de licença-prêmio nesse regime. </p>



<p class="wp-block-paragraph">A licença para capacitação tem outra finalidade: permitir desenvolvimento profissional. O artigo 87 da Lei nº 8.112/1990 prevê, após cinco anos de efetivo exercício, afastamento do cargo efetivo por até três meses, no interesse da Administração, para capacitação. Seus períodos não são acumuláveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É um afastamento para qualificação profissional, distinto do descanso por assiduidade. </p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://wa.me/551126310424?text=Ol%C3%A1%2C%20vim%20pelo%20artigo%20sobre%20licen%C3%A7a-pr%C3%AAmio%20para%20servidores%20p%C3%BAblicos%20e%20gostaria%20de%20orienta%C3%A7%C3%A3o%20para%20entender%20se%20tenho%20direito%20ao%20benef%C3%ADcio%20e%20quais%20regras%20se%20aplicam%20ao%20meu%20caso." target="_blank" rel=" noopener"><img decoding="async" width="1024" height="247" src="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg" alt="" class="wp-image-1283" style="aspect-ratio:4.145908845530963;width:302px;height:auto" srcset="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg 1024w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-300x72.jpg 300w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-768x185.jpg 768w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1536x371.jpg 1536w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-2048x494.jpg 2048w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1920x463.jpg 1920w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-600x145.jpg 600w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-414x100.jpg 414w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-260x63.jpg 260w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-85x21.jpg 85w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-800x193.jpg 800w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-373x90.jpg 373w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
</div>


<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Servidores estaduais: o exemplo de São Paulo</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Cada Estado possui sua legislação. Em São Paulo, o artigo 209 da Lei nº 10.261/1968 prevê, para os funcionários abrangidos, 90 dias de licença a cada cinco anos de exercício ininterrupto, sem penalidade administrativa. A contagem também depende das regras sobre faltas e afastamentos aplicáveis a cada período. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Existem, porém, restrições específicas. A LC nº 1.395/2023 exclui os titulares exclusivamente de cargo em comissão no <strong>Quadro Geral de Cargos em Comissão e Funções de Confiança (QGCFC)</strong>. O artigo 21 também prevê exclusões para empregados públicos e servidores de outros entes em situações específicas. Essa lei não se aplica às universidades públicas estaduais. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O Decreto nº 68.742/2024 mantém as regras anteriores para os comissionados abrangidos enquanto não forem editados os decretos de reorganização dos órgãos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há previsão excepcional de usufruto de períodos anteriores à vigência da LC nº 1.395/2023 para comissionados exonerados pela reorganização e nomeados no novo quadro. As datas e condições da transição precisam ser conferidas. </p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Servidores municipais: a capital não representa todas as prefeituras</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A legislação estadual não se estende automaticamente às prefeituras: cada município tem suas normas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Prefeitura da capital, o direito está ligado a períodos históricos. As regras contemplam:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Quinquênios completados até <strong>31 de dezembro de 1979</strong>, observadas as condições legais;</li>



<li>Para quem iniciou exercício até essa data e optou pela permanência no regime, períodos entre <strong>1º de janeiro de 1980 e 5 de dezembro de 1989</strong>, conforme a opção mantida.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei nº 10.779/1989 preservou direitos dessa opção, inclusive proporcionais a períodos incompletos. Não criou novas aquisições para todos os atuais servidores. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros municípios podem manter ou ter extinguido o benefício, com datas e condições diferentes.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Período preservado não significa aquisição de novos períodos</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ter saldo antigo e poder formar novos períodos são questões diferentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma mudança legal pode encerrar novas aquisições e preservar períodos anteriores. Tempo incompleto não equivale automaticamente a licença adquirida: seu aproveitamento exige previsão específica, como na regra histórica da capital paulista. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O reconhecimento do período não autoriza afastamento imediato nem garante conversão em dinheiro. Usufruto e indenização têm condições próprias.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://eugenioalmeida.com.br/prazo-licenca-premio-pagamento-servidor-publico/">Leia também: Licença-prêmio: até quando posso pedir o pagamento?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Confira o que consta no seu histórico funcional</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se há dúvida sobre o enquadramento, reúna o ato de admissão ou nomeação e os registros dos períodos de serviço. Uma avaliação jurídica do vínculo e das datas pode esclarecer se existe saldo preservado, possibilidade de novas aquisições ou alguma informação funcional que precise ser revista.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://wa.me/551126310424?text=Ol%C3%A1%2C%20vim%20pelo%20artigo%20sobre%20licen%C3%A7a-pr%C3%AAmio%20para%20servidores%20p%C3%BAblicos%20e%20gostaria%20de%20orienta%C3%A7%C3%A3o%20para%20entender%20se%20tenho%20direito%20ao%20benef%C3%ADcio%20e%20quais%20regras%20se%20aplicam%20ao%20meu%20caso." target="_blank" rel=" noopener"><img decoding="async" width="1024" height="247" src="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg" alt="" class="wp-image-1283" style="aspect-ratio:4.145908845530963;width:302px;height:auto" srcset="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg 1024w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-300x72.jpg 300w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-768x185.jpg 768w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1536x371.jpg 1536w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-2048x494.jpg 2048w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1920x463.jpg 1920w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-600x145.jpg 600w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-414x100.jpg 414w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-260x63.jpg 260w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-85x21.jpg 85w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-800x193.jpg 800w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-373x90.jpg 373w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
</div>


<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Artigo elaborado por Eugenio &amp; Almeida Advogados, com registro na OAB/SP 42.168, especialistas na defesa do servidor público em todo Brasil. Esse artigo possui caráter meramente informativo.</p>



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</div>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:22px"><strong>Fontes </strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9527.htm?utm_source=chatgpt.com">Lei federal nº 9.527/1997</a>;</li>



<li><a href="https://www.al.sp.gov.br/repositorio/legislacao/lei.complementar/2023/lei.complementar-1395-22.12.2023.html?utm_source=chatgpt.com">Lei Complementar estadual nº 1.395/2023</a>;</li>



<li><a href="https://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/lei-10779-de-05-de-dezembro-de-1989">Lei municipal de São Paulo nº 10.779/1989.</a></li>
</ul>
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		<title>Licença-prêmio não usufruída: como calcular quanto você pode receber?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jonathan]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Oct 2026 15:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Servidores Públicos]]></category>
		<category><![CDATA[#LicençaPrêmio #ServidoresPúblicos #DireitosDoServidor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cálculo combina os dias de licença-prêmio indenizáveis com a base remuneratória válida. Usar o último salário líquido pode gerar uma estimativa errada. Quando aplicável o divisor de 30 dias, a estimativa da licença-prêmio não usufruída é: (base mensal válida ÷ 30) × dias indenizáveis. Antes da conta, devem ser confirmados o direito à indenização, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O cálculo combina os dias de licença-prêmio indenizáveis com a base remuneratória válida. Usar o último salário líquido pode gerar uma estimativa errada.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando aplicável o divisor de 30 dias, a estimativa da licença-prêmio não usufruída é: (base mensal válida ÷ 30) × dias indenizáveis. Antes da conta, devem ser confirmados o direito à indenização, o saldo, as parcelas incluídas e a remuneração de referência, conforme o regime ou a decisão judicial.</strong> </p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Exemplos para 30, 60 e 90 dias</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Suponha que a base mensal admitida em um caso seja de <strong>R$ 6.000,00</strong>, com divisor de 30 dias. O valor diário seria:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>R$ 6.000,00 ÷ 30 = R$ 200,00</strong></p>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th>Dias indenizáveis</th><th>Operação</th><th>Estimativa inicial</th></tr></thead><tbody><tr><td>30 dias</td><td>R$ 200,00 × 30</td><td>R$ 6.000,00</td></tr><tr><td>60 dias</td><td>R$ 200,00 × 60</td><td>R$ 12.000,00</td></tr><tr><td>90 dias</td><td>R$ 200,00 × 90</td><td>R$ 18.000,00</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Os exemplos mostram apenas o valor principal, antes de correção e juros. Não são promessa de recebimento nem substituem a apuração das regras aplicáveis.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">O que pode entrar na base de cálculo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A base não é necessariamente o vencimento básico, nem tudo o que aparece no holerite.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O <strong>vencimento básico</strong> é a parcela do cargo. A <strong>remuneração</strong> pode incluir vantagens previstas em lei, como adicionais por tempo de serviço e outras parcelas permanentes admitidas no cálculo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Há precedentes do STJ que incluem o <strong>abono de permanência</strong> nessa base. É preciso conferir se a parcela era recebida e os parâmetros aplicáveis ao vínculo. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Verbas eventuais, reembolsos e parcelas condicionadas a determinada atividade podem ser excluídos, conforme as regras aplicáveis. Há decisões do TJSP que afastam o adicional de insalubridade. O nome da rubrica não basta para decidir sua inclusão. Também devem ser observados os limites remuneratórios cabíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Empréstimos, consignações e outros abatimentos do salário líquido não definem essa base.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://wa.me/551126310424?text=Ol%C3%A1%2C%20vim%20pelo%20artigo%20sobre%20o%20c%C3%A1lculo%20da%20licen%C3%A7a-pr%C3%AAmio%20n%C3%A3o%20usufru%C3%ADda%20e%20gostaria%20de%20orienta%C3%A7%C3%A3o%20para%20entender%20se%20tenho%20direito%20%C3%A0%20convers%C3%A3o%20em%20dinheiro%20e%20como%20os%20valores%20podem%20ser%20calculados%20no%20meu%20caso." target="_blank" rel=" noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="247" src="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg" alt="" class="wp-image-1283" style="aspect-ratio:4.145908845530963;width:325px;height:auto" srcset="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg 1024w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-300x72.jpg 300w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-768x185.jpg 768w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1536x371.jpg 1536w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-2048x494.jpg 2048w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1920x463.jpg 1920w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-600x145.jpg 600w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-414x100.jpg 414w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-260x63.jpg 260w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-85x21.jpg 85w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-800x193.jpg 800w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-373x90.jpg 373w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
</div>


<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Qual remuneração deve servir de referência em São Paulo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Para servidores estaduais</strong>, há precedentes do TJSP que adotam a última remuneração em atividade na indenização após a aposentadoria, com as parcelas admitidas. Não se usa automaticamente a aposentadoria atual ou o total bruto de qualquer holerite. </p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo 3º da LC nº 1.048/2008 prevê, para exoneração de ofício, aposentadoria por invalidez permanente ou falecimento, os vencimentos do cargo ocupado no mês da ocorrência. Normas de carreira podem ter critérios próprios. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Na Prefeitura de São Paulo</strong>, a Lei nº 10.779/1989 trata dos períodos históricos dos optantes pelo regime. Na conversão do artigo 5º, § 1º, a referência é o pagamento do mês da conversão, identificado pelo manual municipal como o do pedido. </p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse critério não se estende automaticamente a toda indenização judicial ou a outras prefeituras. É preciso identificar a modalidade de pagamento e os parâmetros da decisão, quando houver ação.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Como conferir o saldo que pode ser indenizado?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Contam os dias adquiridos e disponíveis. De 90 dias adquiridos, com 30 usufruídos, restam 60. Também devem ser descontados dias já pagos ou usados para contagem em dobro na aposentadoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A indenização pode ser discutida quando a aposentadoria impede o usufruto. Depende do regime e das circunstâncias comprovadas; o saldo não gera conversão automática em dinheiro. </p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Correção monetária e juros mudam o resultado?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Podem mudar. A correção monetária atualiza o valor, enquanto os juros podem compensar o atraso, quando cabíveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Índices, datas de início e forma de aplicação dependem dos períodos, da legislação e dos parâmetros judiciais. As mudanças nas regras exigem conferir cada intervalo, sem aplicar uma taxa indiscriminadamente. Os exemplos não incluem esses acréscimos. </p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://eugenioalmeida.com.br/prazo-licenca-premio-pagamento-servidor-publico/">Leia também: Licença-prêmio: até quando posso pedir o pagamento?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Quais documentos ajudam a verificar a conta?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A conferência costuma exigir:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Certidão dos períodos adquiridos e registros de concessão;</li>



<li>Declaração do saldo, com dias usufruídos, indenizados ou utilizados na aposentadoria;</li>



<li>Holerites e fichas financeiras da época relevante, com identificação das vantagens;</li>



<li>Ato de aposentadoria ou desligamento e processo administrativo ou decisão judicial, se houver.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Esses documentos permitem conferir os dois componentes da conta: <strong>quantos dias podem ser indenizados e qual base mensal deve ser utilizada</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Confira se a estimativa corresponde ao seu caso</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Leve o saldo e os demonstrativos para avaliação jurídica antes de tomar uma simulação como valor a receber. A conferência individual pode identificar parcelas desconsideradas, dias aproveitados ou diferenças na remuneração de referência.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://wa.me/551126310424?text=Ol%C3%A1%2C%20vim%20pelo%20artigo%20sobre%20o%20c%C3%A1lculo%20da%20licen%C3%A7a-pr%C3%AAmio%20n%C3%A3o%20usufru%C3%ADda%20e%20gostaria%20de%20orienta%C3%A7%C3%A3o%20para%20entender%20se%20tenho%20direito%20%C3%A0%20convers%C3%A3o%20em%20dinheiro%20e%20como%20os%20valores%20podem%20ser%20calculados%20no%20meu%20caso." target="_blank" rel=" noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="247" src="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg" alt="" class="wp-image-1283" style="aspect-ratio:4.145908845530963;width:325px;height:auto" srcset="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg 1024w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-300x72.jpg 300w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-768x185.jpg 768w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1536x371.jpg 1536w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-2048x494.jpg 2048w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1920x463.jpg 1920w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-600x145.jpg 600w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-414x100.jpg 414w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-260x63.jpg 260w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-85x21.jpg 85w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-800x193.jpg 800w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-373x90.jpg 373w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
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<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Artigo elaborado por Eugenio &amp; Almeida Advogados, com registro na OAB/SP 42.168, especialistas na defesa do servidor público em todo Brasil. Esse artigo possui caráter meramente informativo.</p>



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<p class="wp-block-paragraph" style="font-size:22px"><strong>Fontes </strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://esaj.tjsp.jus.br/cjsg/getArquivo.do?casChecked=true&amp;cdAcordao=19069838&amp;cdForo=0&amp;utm_source=chatgpt.com">TJSP: base de cálculo da licença-prêmio indenizada</a>;</li>



<li><a href="https://scon.stj.jus.br/SCON/GetInteiroTeorDoAcordao?dt_publicacao=17%2F06%2F2025&amp;num_registro=202103891228&amp;utm_source=chatgpt.com">STJ: natureza remuneratória do abono de permanência</a>;</li>



<li><a href="https://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/lei-10779-de-05-de-dezembro-de-1989?utm_source=chatgpt.com">Lei municipal de São Paulo nº 10.779/1989</a>.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Melanoma maligno: o que esse diagnóstico tem a ver com seu Imposto de Renda?</title>
		<link>https://eugenioalmeida.com.br/melanoma-maligno-isencao-imposto-de-renda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[jonathan]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Sep 2026 21:21:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Servidores Públicos]]></category>
		<category><![CDATA[#MelanomaMaligno #IsencaoDeImpostoDeRenda #DoencasGraves #DireitoTributario #ServidorPublico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem recebe um diagnóstico de melanoma maligno naturalmente pensa primeiro em saúde, tratamento e acompanhamento médico. O que nem sempre é conhecido é que esse diagnóstico também pode produzir efeitos tributários. Isso acontece porque a legislação brasileira prevê isenção de Imposto de Renda para pessoas com determinadas doenças graves. Entre elas está a neoplasia maligna, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Quem recebe um diagnóstico de melanoma maligno naturalmente pensa primeiro em saúde, tratamento e acompanhamento médico. O que nem sempre é conhecido é que esse diagnóstico também pode produzir efeitos tributários.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso acontece porque a legislação brasileira prevê isenção de Imposto de Renda para pessoas com determinadas doenças graves. Entre elas está a neoplasia maligna, termo importante para entender onde o melanoma entra nessa regra.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Melanoma maligno dá direito à isenção de IR?</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O diagnóstico de melanoma maligno pode permitir a isenção do Imposto de Renda porque a neoplasia maligna está entre as doenças previstas na Lei nº 7.713/1988.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A isenção, porém, não alcança qualquer renda. Em regra, aplica se aos rendimentos de aposentadoria, reforma ou pensão, desde que os requisitos legais sejam atendidos. Portanto, o diagnóstico não torna automaticamente todos os rendimentos da pessoa isentos de Imposto de Renda.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Onde o melanoma entra na lei?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A relação entre melanoma maligno e Imposto de Renda fica mais clara quando observamos a expressão utilizada pela legislação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O artigo 6º, inciso XIV, da Lei nº 7.713/1988 inclui expressamente a <strong>neoplasia maligna</strong> entre as doenças que podem gerar isenção do Imposto de Renda sobre determinados rendimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A legislação não precisa mencionar individualmente cada tipo de câncer. O ponto relevante é a comprovação de que a doença diagnosticada se enquadra como neoplasia maligna.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É justamente aí que surge a relação entre o melanoma e o benefício tributário: sendo o diagnóstico caracterizado como neoplasia maligna, pode haver enquadramento na hipótese prevista pela legislação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além disso, a doença não precisa necessariamente existir antes da aposentadoria. A Lei nº 7.713/1988 também contempla situações em que a moléstia grave é identificada depois da aposentadoria ou reforma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa previsão faz parte de um conjunto mais amplo de regras sobre <strong>isenção de Imposto de Renda para portadores de doenças graves</strong>, que inclui outras enfermidades expressamente previstas em lei.</p>



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<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://wa.me/551126310424?text=Ol%C3%A1%2C%20vim%20pelo%20artigo%20sobre%20melanoma%20maligno%20e%20isen%C3%A7%C3%A3o%20de%20Imposto%20de%20Renda%20e%20gostaria%20de%20orienta%C3%A7%C3%A3o%20para%20entender%20se%20posso%20ter%20direito%20%C3%A0%20isen%C3%A7%C3%A3o%20no%20meu%20caso." target="_blank" rel=" noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="247" src="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg" alt="" class="wp-image-1283" style="aspect-ratio:4.145908845530963;width:324px;height:auto" srcset="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg 1024w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-300x72.jpg 300w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-768x185.jpg 768w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1536x371.jpg 1536w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-2048x494.jpg 2048w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1920x463.jpg 1920w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-600x145.jpg 600w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-414x100.jpg 414w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-260x63.jpg 260w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-85x21.jpg 85w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-800x193.jpg 800w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-373x90.jpg 373w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
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<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">A isenção vale para qualquer rendimento?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não. A isenção de Imposto de Renda por melanoma maligno não abrange automaticamente todas as rendas do contribuinte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A regra alcança rendimentos de aposentadoria, reforma e, nas hipóteses legais, pensão. Por isso, aposentados, pensionistas e militares reformados ou da reserva remunerada podem se enquadrar no benefício quando preenchidos os demais requisitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o salário recebido pelo exercício de atividade profissional não se torna isento apenas em razão do diagnóstico. Assim, quem recebe aposentadoria e continua trabalhando deve observar separadamente a natureza de cada rendimento.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">E se o melanoma já tiver sido tratado?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O fato de o melanoma maligno já ter sido tratado não afasta, por si só, a possibilidade de reconhecimento ou manutenção da isenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma dúvida relevante porque, depois de cirurgia, tratamento e acompanhamento médico, a pessoa pode não apresentar sintomas atuais ou sinais de recidiva da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para fins da isenção, entretanto, o Superior Tribunal de Justiça consolidou um entendimento importante na Súmula 627.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o STJ, <strong>não é necessário demonstrar a contemporaneidade dos sintomas nem comprovar a recidiva da doença para a concessão ou manutenção da isenção do Imposto de Renda.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, a ausência atual de sintomas não significa automaticamente que o aposentado, pensionista ou reformado deixou de preencher o requisito relacionado à doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://eugenioalmeida.com.br/doenca-grave-controlada-isencao-ir/">Leia também: Doença grave controlada mantém a isenção de IR?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Como pedir a isenção de Imposto de Renda?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Na esfera administrativa, é necessário comprovar a doença. A Receita Federal orienta que o interessado procure serviço médico oficial para emissão do laudo, preferencialmente o serviço vinculado à própria fonte pagadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a documentação, o pedido deve seguir o procedimento do órgão responsável pelo pagamento da aposentadoria, reforma ou pensão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na esfera judicial, há uma diferença importante: conforme a Súmula 598 do STJ, o laudo médico oficial pode ser dispensado quando a doença grave estiver suficientemente comprovada por outros meios de prova.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Caso já tenha ocorrido recolhimento de Imposto de Renda, também pode ser necessário avaliar separadamente a existência de valores passíveis de restituição, considerando as particularidades do caso.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">O diagnóstico pode ter reflexos além da saúde</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Um diagnóstico de melanoma maligno pode trazer uma consequência pouco conhecida: <strong>a possibilidade de pagar menos Imposto de Renda</strong>, desde que os requisitos previstos em lei estejam presentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para quem recebe aposentadoria, pensão ou reforma, uma análise individual do caso pode esclarecer se os requisitos legais para a isenção estão presentes, qual procedimento é adequado e se existem outras questões tributárias relacionadas aos valores já recolhidos.</p>



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<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://wa.me/551126310424?text=Ol%C3%A1%2C%20vim%20pelo%20artigo%20sobre%20melanoma%20maligno%20e%20isen%C3%A7%C3%A3o%20de%20Imposto%20de%20Renda%20e%20gostaria%20de%20orienta%C3%A7%C3%A3o%20para%20entender%20se%20posso%20ter%20direito%20%C3%A0%20isen%C3%A7%C3%A3o%20no%20meu%20caso." target="_blank" rel=" noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="247" src="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg" alt="" class="wp-image-1283" style="aspect-ratio:4.145908845530963;width:324px;height:auto" srcset="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg 1024w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-300x72.jpg 300w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-768x185.jpg 768w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1536x371.jpg 1536w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-2048x494.jpg 2048w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1920x463.jpg 1920w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-600x145.jpg 600w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-414x100.jpg 414w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-260x63.jpg 260w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-85x21.jpg 85w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-800x193.jpg 800w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-373x90.jpg 373w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
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<p class="wp-block-paragraph">Artigo elaborado por Eugenio &amp; Almeida Advogados, com registro na OAB/SP 42.168, especialistas na defesa do servidor público em todo Brasil. Esse artigo possui caráter meramente informativo.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Fontes </h2>



<p class="wp-block-paragraph">• <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7713compilada.htm?utm_source=chatgpt.com">Lei nº 7.713/1988, art. 6º, XIV, Planalto</a>;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• <a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/meu-imposto-de-renda/preenchimento/molestia-grave?utm_source=chatgpt.com">Receita Federal, Isenção para portadores de moléstia grave</a>;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• <a href="https://www.stj.jus.br/docs_internet/jurisprudencia/tematica/download/SU/Sumulas/SumulasSTJ.pdf?utm_source=chatgpt.com">Superior Tribunal de Justiça, Súmulas 598 e 627</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Cegueira monocular dá direito à isenção de imposto de renda?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jonathan]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2026 16:05:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Servidores Públicos]]></category>
		<category><![CDATA[#CegueiraMonocular #IsencaoImpostoDeRenda #ServidorPublico #Aposentadoria #DireitoTributario]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A perda da visão de um olho pode trazer consequências que vão além das dificuldades no dia a dia. Para servidores públicos aposentados e pensionistas, essa condição também pode ter reflexos tributários, inclusive sobre o imposto descontado mensalmente de seus benefícios. Embora a visão do outro olho esteja preservada, a cegueira monocular é reconhecida para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A perda da visão de um olho pode trazer consequências que vão além das dificuldades no dia a dia. Para servidores públicos aposentados e pensionistas, essa condição também pode ter reflexos tributários, inclusive sobre o imposto descontado mensalmente de seus benefícios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a visão do outro olho esteja preservada, a cegueira monocular é reconhecida para fins de isenção do imposto de renda. No entanto, esse reconhecimento não significa que todos os rendimentos da pessoa estejam automaticamente livres da tributação.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A cegueira monocular pode dar direito à isenção do imposto de renda sobre aposentadoria, pensão e rendimentos de reforma ou reserva remunerada, desde que a condição seja comprovada e os valores recebidos estejam abrangidos pela legislação.</strong> O benefício não se estende ao salário de quem continua trabalhando, mesmo que a pessoa tenha perdido completamente a visão de um dos olhos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Como comprovar a cegueira monocular e solicitar a isenção?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo é reunir documentos médicos que comprovem a perda da visão de um olho, preferencialmente com a indicação da data em que a condição começou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No procedimento administrativo, a legislação exige laudo pericial emitido por serviço médico oficial da União, dos estados, do Distrito Federal ou dos municípios.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a documentação, o aposentado ou pensionista deve apresentar o pedido à fonte pagadora, como o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ou o órgão responsável pelo pagamento de sua aposentadoria ou pensão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após a análise e o reconhecimento do direito, a fonte pagadora deverá deixar de reter o imposto sobre os rendimentos abrangidos pela isenção.</p>



<h3 class="wp-block-heading">E se o pedido de isenção for negado?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A negativa administrativa pode ser questionada, conforme as circunstâncias do caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Súmula 598 do Superior Tribunal de Justiça (STJ) estabelece que o laudo médico oficial não é indispensável para o reconhecimento judicial da isenção quando a doença estiver suficientemente comprovada por outros meios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Isso significa que relatórios médicos, exames e outros documentos podem ser considerados pela Justiça.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Entretanto, a apresentação desses documentos não garante o reconhecimento automático do direito. A decisão depende da avaliação das provas e dos requisitos legais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é importante esclarecer que nem todos os interessados precisam recorrer à Justiça. O pedido pode ser resolvido administrativamente quando a documentação e as condições exigidas forem reconhecidas pela fonte pagadora.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://eugenioalmeida.com.br/doenca-grave-controlada-isencao-ir/">Leia também: Doença grave controlada mantém a isenção de IR?</a></p>



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<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Quais rendimentos podem ficar isentos do imposto de renda?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A isenção prevista no artigo 6º, inciso XIV, da Lei nº 7.713/1988 não depende apenas do diagnóstico. É necessário verificar também a origem dos valores recebidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A legislação contempla os seguintes rendimentos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aposentadoria, inclusive de servidores públicos;</li>



<li>Pensão abrangida pela legislação;</li>



<li>Reforma ou reserva remunerada, observadas as condições legais.</li>
</ul>



<h3 class="wp-block-heading">E se o servidor continuar trabalhando?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">O salário recebido pelo exercício da atividade profissional continua sujeito à tributação, mesmo quando existe diagnóstico de cegueira monocular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por outro lado, se o servidor recebe uma pensão e continua trabalhando, por exemplo, é necessário analisar os rendimentos separadamente. A pensão poderá estar abrangida pela isenção, enquanto o salário permanecerá sujeito ao imposto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa distinção é importante porque o reconhecimento da condição médica, por si só, não torna todos os rendimentos isentos. É a combinação entre a comprovação da cegueira monocular e a natureza dos valores recebidos que determina a aplicação do benefício.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Quem já pagou imposto de renda pode recuperar os valores?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. A restituição pode ser possível quando o aposentado ou pensionista pagou imposto sobre rendimentos que já deveriam estar isentos em razão da cegueira monocular.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para verificar essa possibilidade, é necessário identificar <strong>quando a condição começou e comparar essa informação com a data de concessão da aposentadoria ou pensão.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Duas situações devem ser consideradas:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Se a cegueira monocular surgiu antes da aposentadoria, a isenção poderá produzir efeitos desde o início do benefício;</li>



<li>Se a condição surgiu depois da aposentadoria, a data de início da cegueira devidamente comprovada será considerada para determinar os efeitos da isenção.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A data de emissão do laudo médico não determina, necessariamente, o início do direito. A documentação pode demonstrar que a condição já existia anteriormente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando houver imposto recolhido indevidamente, poderá ser necessário retificar as declarações de imposto de renda e solicitar a restituição à Receita Federal, conforme o procedimento aplicável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A restituição está sujeita aos prazos legais, em regra de cinco anos. A definição do período recuperável depende das datas dos recolhimentos, da situação tributária e das circunstâncias do caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A devolução não é automática. É necessário verificar os valores efetivamente pagos, os documentos disponíveis e a existência de imposto a restituir.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">O que considerar antes de fazer o pedido?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A cegueira monocular é reconhecida pela Receita Federal como condição que pode justificar a isenção do imposto de renda, mesmo quando a visão do outro olho está preservada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de solicitar o benefício, é importante verificar três aspectos:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Se os rendimentos recebidos são de aposentadoria, pensão, reforma ou reserva remunerada abrangidos pela legislação;</li>



<li>Se existe documentação médica suficiente para comprovar a cegueira monocular e identificar quando a condição começou;</li>



<li>Se houve pagamento de imposto sobre rendimentos que poderiam estar isentos, considerando os prazos legais para eventual restituição.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Essas informações <strong>ajudam a definir como apresentar o pedido administrativo </strong>e se existe a possibilidade de recuperar valores pagos anteriormente.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Entenda como a isenção pode se aplicar ao seu caso</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ter o diagnóstico de cegueira monocular é um ponto de partida, mas não basta para definir todos os efeitos da isenção. A origem dos rendimentos, a documentação médica e a data em que a condição começou são fatores que precisam ser examinados em conjunto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma análise jurídica individualizada permite verificar se os requisitos legais estão preenchidos, identificar a possibilidade de restituição de valores pagos anteriormente e definir quais providências são adequadas à sua situação.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://wa.me/551126310424?text=Ol%C3%A1%2C%20vim%20pelo%20artigo%20sobre%20isen%C3%A7%C3%A3o%20de%20Imposto%20de%20Renda%20para%20pessoas%20com%20cegueira%20monocular%20e%20gostaria%20de%20orienta%C3%A7%C3%A3o%20para%20entender%20se%20posso%20ter%20direito%20%C3%A0%20isen%C3%A7%C3%A3o%20no%20meu%20caso." target="_blank" rel=" noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="247" src="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg" alt="" class="wp-image-1283" style="aspect-ratio:4.145908845530963;width:342px;height:auto" srcset="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg 1024w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-300x72.jpg 300w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-768x185.jpg 768w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1536x371.jpg 1536w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-2048x494.jpg 2048w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1920x463.jpg 1920w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-600x145.jpg 600w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-414x100.jpg 414w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-260x63.jpg 260w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-85x21.jpg 85w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-800x193.jpg 800w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-373x90.jpg 373w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
</div>


<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Artigo elaborado por Eugenio &amp; Almeida Advogados, com registro na OAB/SP 42.168, especialistas na defesa do servidor público em todo Brasil. Esse artigo possui caráter meramente informativo.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Fontes </h2>



<ul class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7713compilada.htm">Lei nº 7.713/1988, artigo 6º, inciso XIV;</a></li>



<li><a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/meu-imposto-de-renda/preenchimento/molestia-grave">Receita Federal: Isenção para portadores de moléstia grave;</a></li>



<li><a href="https://scon.stj.jus.br/SCON/sumstj/doc.jsp?b=SUMU&amp;i=1&amp;l=10&amp;livre=SUMULA+INPATH%28TIPO%29+AND+598+INPATH%28NUM%29&amp;operador=AND&amp;ordenacao=-%40NUM&amp;p=false">Superior Tribunal de Justiça: Súmula 598.</a></li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Servidor aposentado com Parkinson: a isenção de imposto de renda que poucos pedem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jonathan]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Sep 2026 14:30:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Servidores Públicos]]></category>
		<category><![CDATA[#ServidorPúblico #DoençaDeParkinson #IsençãoDeImpostoDeRenda #DireitoDoServidor #ImpostoDeRenda]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para o servidor público aposentado diagnosticado com doença de Parkinson, a enfermidade pode trazer uma consequência que vai além das questões de saúde: o direito à isenção do Imposto de Renda sobre os valores recebidos na aposentadoria. A Lei nº 7.713/1988 inclui expressamente a doença de Parkinson entre as enfermidades que podem gerar isenção do [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Para o servidor público aposentado diagnosticado com doença de Parkinson, a enfermidade pode trazer uma consequência que vai além das questões de saúde:<strong> o direito à isenção do Imposto de Renda sobre os valores recebidos na aposentadoria.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei nº 7.713/1988 inclui expressamente a doença de Parkinson entre as enfermidades que podem gerar isenção do Imposto de Renda. Isso pode ser relevante tanto para interromper a tributação sobre determinados proventos quanto, em algumas situações, para analisar valores que já foram recolhidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O benefício, porém, possui limites. O diagnóstico não torna automaticamente todos os rendimentos do aposentado isentos e é necessário observar a natureza da renda, o momento em que a doença foi identificada e os requisitos aplicáveis ao caso.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Servidor aposentado com Parkinson tem isenção de imposto de renda?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. O servidor público aposentado com doença de Parkinson pode ter direito à isenção do Imposto de Renda sobre os proventos de aposentadoria abrangidos pela Lei nº 7.713/1988.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Parkinson está expressamente previsto na legislação. A isenção não depende de a doença ter causado a aposentadoria e também pode alcançar quem recebeu o diagnóstico somente depois de passar para a inatividade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O benefício, porém, não torna todos os rendimentos do aposentado isentos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">A aposentadoria precisa ter ocorrido por causa do Parkinson?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não. A Lei nº 7.713/1988 contempla expressamente a hipótese de a doença ser contraída depois da aposentadoria ou reforma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Assim, um servidor que se aposentou e<strong> recebeu o diagnóstico de Parkinson anos depois pode ter direito à isenção.</strong> Não é necessário que a enfermidade tenha provocado sua aposentadoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também não é preciso alterar a modalidade da aposentadoria originalmente concedida para buscar o benefício tributário.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Diagnóstico depois da aposentadoria</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Parkinson pode produzir efeitos tributários mesmo quando diagnosticado após a aposentadoria. O momento do diagnóstico será relevante, principalmente, para determinar desde quando a isenção pode produzir efeitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Quais rendimentos ficam isentos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A isenção não alcança automaticamente toda a renda recebida pelo aposentado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas condições previstas em lei, os proventos de aposentadoria podem ser abrangidos. A legislação também contempla rendimentos de reforma e determinadas hipóteses de pensão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o servidor aposentado continua trabalhando, a remuneração dessa atividade não se torna isenta em razão do Parkinson. O mesmo ocorre, em regra, com rendimentos de outras fontes, como aluguéis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Atenção à diferença</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ter Parkinson não significa ficar isento de Imposto de Renda sobre qualquer rendimento. É preciso verificar a origem dos valores recebidos.</p>



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<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://wa.me/551126310424?text=Olá,%20vim%20pelo%20artigo%20sobre%20isenção%20de%20Imposto%20de%20Renda%20para%20aposentados%20com%20Parkinson%20e%20gostaria%20de%20orientação%20para%20entender%20se%20posso%20ter%20direito%20à%20isenção%20no%20meu%20caso." target="_blank" rel=" noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="247" src="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg" alt="" class="wp-image-1283" style="aspect-ratio:4.145908845530963;width:321px;height:auto" srcset="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg 1024w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-300x72.jpg 300w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-768x185.jpg 768w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1536x371.jpg 1536w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-2048x494.jpg 2048w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1920x463.jpg 1920w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-600x145.jpg 600w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-414x100.jpg 414w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-260x63.jpg 260w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-85x21.jpg 85w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-800x193.jpg 800w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-373x90.jpg 373w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
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<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Desde quando a isenção pode produzir efeitos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O marco inicial depende de quando a doença surgiu em relação à aposentadoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a Receita Federal, se o Parkinson surgiu depois da aposentadoria, considera-se a data da doença indicada no laudo médico. Se a enfermidade já existia anteriormente, a referência é a data da aposentadoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quando não for possível determinar a data de início da doença, considera-se a data de emissão do laudo.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A documentação médica é relevante justamente para comprovar o Parkinson e auxiliar na definição desse marco temporal. Na esfera administrativa, existem exigências próprias quanto à comprovação por serviço médico oficial.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">É possível recuperar o imposto já pago?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, em determinadas situações. Se houve cobrança de Imposto de Renda sobre proventos que já deveriam estar abrangidos pela isenção, pode existir direito à restituição dos valores recolhidos indevidamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo do período envolvido, também pode ser necessária a retificação das declarações de Imposto de Renda correspondentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A restituição não é automática. É preciso considerar a data inicial da isenção, os valores efetivamente recolhidos e os prazos previstos na legislação tributária.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, não é correto afirmar que todo aposentado com Parkinson poderá recuperar necessariamente todo o imposto pago desde o diagnóstico.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Isenção e restituição não são a mesma coisa</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A isenção afasta a tributação dos rendimentos abrangidos. A restituição trata dos valores que já foram recolhidos e que, conforme o caso, podem ser recuperados.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">O Parkinson precisa estar com sintomas atuais?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não. O Superior Tribunal de Justiça consolidou na Súmula 627 que não é necessária a demonstração da contemporaneidade dos sintomas nem da recidiva da doença para a concessão ou manutenção da isenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que uma melhora clínica ou o controle dos sintomas <strong>não afastam, por si só, o benefício tributário.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto é especialmente relevante para aposentados que estão em tratamento e apresentam períodos de maior estabilidade da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://eugenioalmeida.com.br/doenca-grave-controlada-isencao-ir/">Leia também: Doença grave controlada mantém a isenção de IR?</a></p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">E se o pedido de isenção for negado?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A negativa administrativa deve ser analisada de acordo com o motivo apresentado pelo órgão responsável.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O indeferimento pode envolver a comprovação da doença, a data considerada para início da isenção ou a natureza dos rendimentos recebidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo do caso, a decisão pode ser questionada administrativamente ou submetida à análise do Poder Judiciário. A existência de uma negativa, isoladamente, não permite concluir que o aposentado não possui o direito.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Ainda há desconto de Imposto de Renda na sua aposentadoria?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se você é servidor público aposentado, tem diagnóstico de Parkinson e continua sofrendo desconto de Imposto de Renda sobre seus proventos, pode ser importante verificar se essa cobrança ainda é devida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma análise individual permite avaliar se a sua aposentadoria está abrangida pela isenção, desde quando ela pode ser reconhecida e se há valores pagos anteriormente que podem ser restituídos.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


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<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://wa.me/551126310424?text=Olá,%20vim%20pelo%20artigo%20sobre%20isenção%20de%20Imposto%20de%20Renda%20para%20aposentados%20com%20Parkinson%20e%20gostaria%20de%20orientação%20para%20entender%20se%20posso%20ter%20direito%20à%20isenção%20no%20meu%20caso." target="_blank" rel=" noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="247" src="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg" alt="" class="wp-image-1283" style="aspect-ratio:4.145908845530963;width:321px;height:auto" srcset="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg 1024w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-300x72.jpg 300w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-768x185.jpg 768w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1536x371.jpg 1536w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-2048x494.jpg 2048w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1920x463.jpg 1920w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-600x145.jpg 600w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-414x100.jpg 414w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-260x63.jpg 260w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-85x21.jpg 85w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-800x193.jpg 800w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-373x90.jpg 373w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
</div>


<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Artigo elaborado por Eugenio &amp; Almeida Advogados, com registro na OAB/SP 42.168, especialistas na defesa do servidor público em todo Brasil. Esse artigo possui caráter meramente informativo.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Fontes</h2>



<ol class="wp-block-list">
<li><a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7713compilada.htm">Lei nº 7.713/1988, especialmente artigo 6º, XIV, Presidência da República</a>;</li>



<li><a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/meu-imposto-de-renda/preenchimento/molestia-grave">Isenção para portadores de moléstia grave, Receita Federal do Brasil</a>;</li>



<li><a href="https://www.gov.br/inss/pt-br/assuntos/servidores-aposentados-e-pensionistas-rppu/manutencao/isencao-de-imposto-de-renda">Isenção de Imposto de Renda para servidores aposentados e pensionistas, INSS</a>.</li>
</ol>
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		<title>Isenção de IR por doença grave: quais valores podem ser recuperados?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jonathan]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 17:58:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Servidores Públicos]]></category>
		<category><![CDATA[#IsençãoDeIR #DoençaGrave #ImpostoDeRenda #ServidorPúblico #Aposentadoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pessoa aposentada, pensionista ou militar reformada pode descobrir, algum tempo depois do diagnóstico, que sua doença grave poderia dar direito à isenção do Imposto de Renda sobre determinados rendimentos. Quando isso acontece, é comum surgir outra dúvida: se o Imposto de Renda continuou sendo descontado mesmo depois da doença, é possível recuperar o que [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Uma pessoa aposentada, pensionista ou militar reformada pode descobrir, algum tempo depois do diagnóstico, que sua doença grave poderia dar direito à isenção do Imposto de Renda sobre determinados rendimentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando isso acontece, é comum surgir outra dúvida: se o Imposto de Renda continuou sendo descontado mesmo depois da doença, é possível recuperar o que foi pago?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem preenche os requisitos da isenção de Imposto de Renda por doença grave pode, em determinadas situações, recuperar o IR pago indevidamente.</strong> O período não é igual para todas as pessoas. A análise depende principalmente da data em que a doença foi comprovada, do início da aposentadoria, pensão, reforma ou reserva, da origem dos rendimentos tributados e do prazo para pedir a restituição.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">É possível recuperar o IR pago após o diagnóstico de doença grave?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. É possível recuperar o Imposto de Renda pago depois do diagnóstico, desde que a cobrança tenha ocorrido sobre rendimentos que já poderiam estar abrangidos pela isenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para entender essa situação, é importante separar duas questões: isenção e restituição.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A isenção de IR por doença grave significa que determinados rendimentos deixam de sofrer a cobrança do imposto quando os requisitos previstos em lei estão presentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A restituição, por sua vez, trata dos valores que já foram pagos e que podem ter sido cobrados indevidamente.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Isenção não é restituição</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A isenção trata do Imposto de Renda que não deve ser cobrado sobre os rendimentos abrangidos pela lei.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A restituição trata do imposto que já foi pago e que, dependendo das circunstâncias, pode ser devolvido ao contribuinte.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, uma pessoa pode conseguir a isenção para os rendimentos atuais e, ao mesmo tempo, precisar verificar separadamente se existem valores anteriores que podem ser recuperados.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://eugenioalmeida.com.br/isencao-imposto-renda-doenca-grave-aposentados-pensionistas-2/">Leia também: Isenção de imposto de renda por doença grave para aposentados e pensionistas</a></p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Quais valores de Imposto de Renda podem ser recuperados?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A restituição de IR por doença grave pode alcançar o imposto cobrado sobre rendimentos que já estavam abrangidos pela isenção, desde que os requisitos legais estejam presentes e sejam respeitados os prazos aplicáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, não basta consultar os informes de rendimentos e somar todo o Imposto de Renda pago nos anos anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para identificar quais valores podem ser discutidos, é necessário analisar:</p>



<p class="wp-block-paragraph">• quando a doença grave foi comprovada;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• quando começou a aposentadoria, pensão, reforma ou reserva;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• qual era a origem dos rendimentos recebidos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• em quais períodos houve desconto ou pagamento do Imposto de Renda;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• quais limites de prazo se aplicam ao caso.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Lei nº 7.713/1988 prevê a isenção para os proventos de aposentadoria ou reforma recebidos por pessoas com as doenças indicadas na própria legislação, observadas as condições legais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que ter uma doença grave prevista em lei não faz com que todo e qualquer rendimento recebido pela pessoa fique automaticamente isento do Imposto de Renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa diferença é especialmente importante para quem recebeu o diagnóstico enquanto ainda estava trabalhando.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">A restituição conta da data do diagnóstico ou do laudo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A data pode variar conforme a situação e o caminho adotado para o reconhecimento do direito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico da doença e a emissão de um laudo oficial podem ocorrer em momentos diferentes. Essa diferença pode influenciar a definição do período em que houve cobrança indevida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Justiça, o Superior Tribunal de Justiça entende que o início da isenção sobre os proventos de aposentadoria e, consequentemente, da possível restituição pode considerar a data em que a doença grave foi comprovada por diagnóstico médico, sem ficar necessariamente limitado à data posterior de emissão do laudo oficial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse entendimento foi reafirmado pelo STJ em julgamentos recentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, documentos médicos anteriores ao laudo oficial podem ser relevantes para demonstrar quando a doença já estava comprovada.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Qual é a diferença entre diagnóstico e laudo?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>data do diagnóstico</strong> corresponde ao momento em que existe comprovação médica da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A <strong>data do laudo</strong> corresponde à data em que determinado documento médico foi emitido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As duas datas podem ser diferentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na via administrativa, a Receita Federal adota critérios próprios. Segundo sua orientação, quando a doença surge depois da aposentadoria, o início da isenção considera a data da doença indicada no laudo oficial. Quando a doença é anterior à aposentadoria, a isenção começa a partir da aposentadoria. Se não for possível determinar quando a doença começou, considera se a data de emissão do laudo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a definição do período que pode ser recuperado exige atenção às datas e aos documentos disponíveis.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://wa.me/551126310424?text=Olá,%20vim%20pelo%20artigo%20sobre%20isenção%20de%20Imposto%20de%20Renda%20por%20doença%20grave%20e%20gostaria%20de%20orientação%20para%20entender%20quais%20valores%20podem%20ser%20recuperados%20no%20meu%20caso." target="_blank" rel=" noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="247" src="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1024x247.jpg" alt="" class="wp-image-1220" style="aspect-ratio:4.145908845530963;width:304px;height:auto" srcset="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1024x247.jpg 1024w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-300x72.jpg 300w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-768x185.jpg 768w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1536x371.jpg 1536w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-2048x494.jpg 2048w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1920x463.jpg 1920w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-600x145.jpg 600w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-414x100.jpg 414w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-260x63.jpg 260w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-85x21.jpg 85w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-800x193.jpg 800w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-373x90.jpg 373w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
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<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">E se a doença foi diagnosticada antes da aposentadoria?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O diagnóstico enquanto a pessoa ainda estava trabalhando não torna automaticamente isento o salário recebido naquele período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse ponto é fundamental para saber quais valores podem ser recuperados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A isenção prevista na Lei nº 7.713/1988 está relacionada não apenas à existência da doença, mas também ao tipo de rendimento recebido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Imagine, por exemplo, uma servidora que recebeu o diagnóstico de uma doença grave em 2019, continuou trabalhando e se aposentou alguns anos depois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Somente essas informações não permitem concluir que todo o Imposto de Renda pago desde 2019 pode ser recuperado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É necessário verificar quando começaram os rendimentos que poderiam estar abrangidos pela isenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Assim, para recuperar Imposto de Renda por doença grave, a data do diagnóstico deve ser analisada em conjunto com a data da aposentadoria, pensão, reforma ou reserva e com a origem dos valores que foram tributados.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">É sempre possível recuperar os últimos cinco anos?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não. Dizer que toda pessoa com doença grave pode recuperar automaticamente cinco anos de Imposto de Renda é uma simplificação.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Como funciona o prazo de cinco anos?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Existem limites de prazo para pedir a restituição de tributos pagos indevidamente. Isso, porém, não significa que todo aposentado, pensionista ou militar reformado terá exatamente cinco anos de valores a recuperar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O período efetivamente recuperável depende das circunstâncias de cada pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Pode acontecer, por exemplo, de o prazo permitir a análise de pagamentos realizados nos últimos cinco anos, mas a pessoa somente ter começado a receber rendimentos abrangidos pela isenção há dois anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse caso, não seria correto calcular automaticamente cinco anos completos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também pode ocorrer o contrário. A doença pode ter sido diagnosticada há bastante tempo, mas isso não significa que todo o imposto pago desde o diagnóstico poderá ser devolvido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É necessário verificar quando os requisitos da isenção estavam presentes, quais rendimentos foram recebidos, quando houve pagamento de Imposto de Renda e quais limites de prazo se aplicam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a chamada <strong>isenção de Imposto de Renda retroativa</strong> exige uma análise conjunta das datas, dos rendimentos e dos documentos de cada caso.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Quem já conseguiu a isenção pode pedir a restituição dos valores anteriores?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. Conseguir a isenção atual não impede a análise dos valores pagos anteriormente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Interromper os descontos atuais do Imposto de Renda não resolve automaticamente o que aconteceu nos anos anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Uma pessoa pode já ter conseguido a isenção e, mesmo assim, ter pago imposto durante um período em que seus rendimentos possivelmente já estavam abrangidos pelo benefício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa situação, é necessário verificar quando começou o direito à isenção, quais rendimentos foram recebidos a partir dessa data e quando houve desconto ou pagamento do imposto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na via administrativa, a Receita Federal orienta que, quando a doença foi comprovada em período anterior, pode ser necessário retificar declarações de Imposto de Renda já entregues para apurar eventual valor pago a maior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Portanto, conseguir a isenção atual e recuperar valores anteriores são questões relacionadas, mas precisam ser analisadas separadamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Preciso fazer um pedido administrativo antes de buscar a restituição na Justiça?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não. O pedido administrativo prévio não é obrigatório para entrar com uma ação buscando o reconhecimento da isenção por doença grave e a restituição do Imposto de Renda pago indevidamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Supremo Tribunal Federal decidiu essa questão no Tema 1.373 da repercussão geral.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A tese fixada estabelece que a ação para reconhecimento da isenção de Imposto de Renda por doença grave e para restituição do tributo pago indevidamente não exige requerimento administrativo anterior.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa, porém, que recorrer à Justiça seja necessário ou mais adequado em todos os casos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também existem procedimentos administrativos para tratar da isenção e da restituição. A definição do caminho depende dos documentos disponíveis, das datas envolvidas, do período discutido e das particularidades da situação.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Pagou Imposto de Renda depois do diagnóstico?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Saber se existem valores a recuperar exige mais do que verificar a data do diagnóstico. É preciso cruzar essa informação com o início da aposentadoria, pensão, reforma ou reserva, a origem dos rendimentos e o histórico de cobrança do Imposto de Renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, reunir laudos, relatórios e exames médicos, informes de rendimentos, declarações de Imposto de Renda e documentos do benefício ajuda a compreender com mais precisão o período que pode ser analisado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Eugenio &amp; Almeida Advogados atua na defesa dos direitos de servidores públicos e pode analisar individualmente esses documentos para esclarecer se houve cobrança de imposto sobre rendimentos que poderiam estar abrangidos pela isenção.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://wa.me/551126310424?text=Olá,%20vim%20pelo%20artigo%20sobre%20isenção%20de%20Imposto%20de%20Renda%20por%20doença%20grave%20e%20gostaria%20de%20orientação%20para%20entender%20quais%20valores%20podem%20ser%20recuperados%20no%20meu%20caso." target="_blank" rel=" noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="247" src="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1024x247.jpg" alt="" class="wp-image-1220" style="aspect-ratio:4.145908845530963;width:304px;height:auto" srcset="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1024x247.jpg 1024w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-300x72.jpg 300w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-768x185.jpg 768w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1536x371.jpg 1536w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-2048x494.jpg 2048w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1920x463.jpg 1920w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-600x145.jpg 600w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-414x100.jpg 414w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-260x63.jpg 260w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-85x21.jpg 85w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-800x193.jpg 800w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-373x90.jpg 373w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
</div>


<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Artigo elaborado por Eugenio &amp; Almeida Advogados, com registro na OAB/SP 42.168, especialistas na defesa do servidor público em todo Brasil. Esse artigo possui caráter meramente informativo.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Fontes </h2>



<p class="wp-block-paragraph">• <a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7713compilada.htm?utm_source=chatgpt.com">Lei nº 7.713/1988, especialmente art. 6º, XIV, Planalto</a>;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• <a target="_blank" rel="noopener" href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/assuntos/meu-imposto-de-renda/preenchimento/molestia-grave?utm_source=chatgpt.com">Receita Federal, isenção para portadores de moléstia grave</a>;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• <a target="_blank" rel="noopener" href="https://portal.stf.jus.br/jurisprudenciaRepercussao/verAndamentoProcesso.asp?classeProcesso=RE&amp;incidente=7093152&amp;numeroProcesso=1525407&amp;numeroTema=1373&amp;utm_source=chatgpt.com">Supremo Tribunal Federal, Tema 1.373 da repercussão geral</a>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"></h2>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Doença grave controlada mantém a isenção de IR?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jonathan]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 21:34:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Servidores Públicos]]></category>
		<category><![CDATA[#IsençãoDeIR #DoençaGrave #ImpostoDeRenda #Aposentados #Pensionistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois do diagnóstico e do tratamento de uma doença grave, é possível passar anos sem sintomas ou com a doença controlada. Para aposentados e pensionistas que possuem isenção do imposto de renda, essa melhora costuma trazer uma dúvida: o benefício pode ser perdido porque a doença não apresenta mais sinais? Não necessariamente. O fato de [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Depois do diagnóstico e do tratamento de uma doença grave, é possível passar anos sem sintomas ou com a doença controlada. Para aposentados e pensionistas que possuem isenção do imposto de renda, essa melhora costuma trazer uma dúvida: o benefício pode ser perdido porque a doença não apresenta mais sinais?</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não necessariamente. O fato de a doença grave estar controlada ou sem sintomas atuais não impede, por si só, a concessão ou a manutenção da isenção.</strong> Segundo o Superior Tribunal de Justiça, não é necessário comprovar que os sintomas continuam presentes nem que a doença voltou. Ainda assim, os demais requisitos previstos em lei precisam ser observados, especialmente a doença diagnosticada e a origem dos rendimentos.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Não é preciso ter sintomas atuais para manter a isenção</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A ausência de sintomas atuais, sozinha, não afasta a isenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse entendimento está consolidado na Súmula 627 do Superior Tribunal de Justiça. Segundo o STJ, para conceder ou manter a isenção, <strong>não é necessário demonstrar que os sintomas continuam presentes nem que houve recidiva da doença</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Recidiva” é o termo utilizado pelo STJ para indicar que uma doença voltou a se manifestar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, isso significa que o aposentado ou pensionista não precisa esperar a doença voltar ou apresentar novamente seus sintomas para discutir a concessão ou a manutenção da isenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa orientação é importante porque uma doença grave pode passar por diferentes situações ao longo do tempo:</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Estar controlada;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Não apresentar sintomas;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Entrar em remissão;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Voltar a se manifestar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nenhuma dessas situações deve ser analisada isoladamente para concluir se existe ou não direito à isenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Procuradoria Geral da Fazenda Nacional também reconhece que não é necessário comprovar sintomas atuais ou o reaparecimento da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os demais requisitos previstos em lei, porém, continuam sendo necessários.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Quem terminou o tratamento ou está em remissão pode continuar isento?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. <strong>O término do tratamento ou a remissão não encerram automaticamente a isenção.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa dúvida é comum, por exemplo, entre pessoas diagnosticadas com neoplasia maligna. Depois do tratamento, o paciente pode passar a não apresentar sintomas ou sinais atuais da doença.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nessa situação, o simples fato de o tratamento ter terminado ou de a doença estar controlada não é suficiente para afastar a isenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas isso também não significa que ter enfrentado uma doença grave no passado torne todos os rendimentos da pessoa automaticamente isentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É necessário verificar:</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Qual foi a doença diagnosticada;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Se ela está entre as doenças previstas na legislação;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Como o diagnóstico está comprovado;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Qual é a origem dos rendimentos recebidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a situação atual de saúde é importante, mas não pode ser analisada sozinha.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">A doença não precisa voltar para que a isenção seja mantida</h2>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Não é necessário comprovar que a doença voltou para conceder ou manter a isenção.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Esse é um dos pontos centrais da Súmula 627 do STJ. Portanto, a ausência de uma nova manifestação da doença não pode ser usada, isoladamente, como motivo para afastar a isenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Procuradoria Geral da Fazenda Nacional segue a mesma orientação ao reconhecer que não é necessário comprovar o reaparecimento da doença ou a existência de sintomas naquele momento.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://wa.me/551126310424?text=Olá,%20vim%20pelo%20artigo%20sobre%20isenção%20de%20Imposto%20de%20Renda%20em%20casos%20de%20doença%20grave%20controlada%20e%20gostaria%20de%20orientação%20para%20entender%20se%20a%20isenção%20pode%20ser%20mantida%20no%20meu%20caso." target="_blank" rel=" noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="247" src="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg" alt="" class="wp-image-1283" style="aspect-ratio:4.145908845530963;width:324px;height:auto" srcset="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg 1024w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-300x72.jpg 300w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-768x185.jpg 768w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1536x371.jpg 1536w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-2048x494.jpg 2048w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1920x463.jpg 1920w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-600x145.jpg 600w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-414x100.jpg 414w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-260x63.jpg 260w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-85x21.jpg 85w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-800x193.jpg 800w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-373x90.jpg 373w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
</div>


<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">O laudo precisa mostrar que a doença continua ativa?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Não. A orientação consolidada não exige que o laudo demonstre sintomas atuais ou que a doença voltou apenas para manter a isenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa que os documentos médicos deixaram de ser importantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para solicitar a isenção pela via administrativa, a Receita Federal orienta o interessado a procurar um serviço médico oficial da União, dos Estados, do Distrito Federal ou dos Municípios para a emissão do laudo pericial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A documentação médica pode demonstrar informações importantes, como:</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Qual doença foi diagnosticada;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Quando o diagnóstico ocorreu;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Quais informações médicas são relevantes para o pedido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O ponto principal é que a falta de sintomas atuais, sozinha, não deve ser transformada em motivo para negar a isenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://eugenioalmeida.com.br/isencao-imposto-renda-doenca-grave-aposentados-pensionistas-2/">Leia também: Isenção de imposto de renda por doença grave para aposentados e pensionistas</a></p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">A isenção não alcança todos os tipos de rendimento</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Ter uma das doenças previstas em lei não significa que toda a renda recebida pela pessoa ficará livre do imposto de renda.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nas situações previstas na Lei nº 7.713/1988, a isenção alcança rendimentos de:</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Aposentadoria;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Pensão;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Reforma ou reserva remunerada de militares.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros rendimentos seguem suas próprias regras de tributação. É o caso, por exemplo, dos valores recebidos pelo exercício de atividade profissional e dos aluguéis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, além da doença, é necessário verificar de onde vem o rendimento sobre o qual está sendo cobrado o imposto.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">O que fazer se a isenção for negada porque a doença está controlada?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo é entender por que a isenção foi negada ou interrompida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se o motivo apresentado foi apenas a ausência de sintomas ou o fato de a doença estar controlada, essa justificativa deve ser analisada considerando o entendimento do STJ.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Alguns pontos merecem atenção:</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Qual foi o motivo informado pelo órgão responsável;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Se a doença está prevista na legislação;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Quais documentos médicos foram apresentados;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Quais rendimentos continuam sendo tributados;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• Se os demais requisitos para a isenção estão presentes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dependendo da situação, a negativa pode ser questionada administrativamente ou levada à Justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso não significa que toda negativa esteja errada ou que seja sempre necessário entrar com uma ação. É preciso analisar os motivos apresentados e os documentos de cada pessoa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Supremo Tribunal Federal, no Tema 1.373, definiu que não é necessário fazer primeiro um pedido administrativo para entrar na Justiça buscando o reconhecimento da isenção por doença grave e a devolução do imposto pago indevidamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Em resumo,</strong> <strong>estar com a doença controlada, não apresentar sintomas atuais ou não ter enfrentado uma nova manifestação da doença não representa, por si só, a perda da isenção.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os demais requisitos previstos na legislação continuam sendo necessários e devem ser analisados em cada caso.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Sua doença está controlada e surgiram dúvidas sobre a isenção?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Estar sem sintomas atualmente não conta toda a história. O diagnóstico, os documentos médicos, a origem dos rendimentos e os demais requisitos da lei também precisam ser considerados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se a isenção foi negada ou interrompida porque a doença está controlada, uma análise individual pode ajudar a esclarecer se a justificativa utilizada está de acordo com as regras aplicáveis ao caso.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://wa.me/551126310424?text=Olá,%20vim%20pelo%20artigo%20sobre%20isenção%20de%20Imposto%20de%20Renda%20em%20casos%20de%20doença%20grave%20controlada%20e%20gostaria%20de%20orientação%20para%20entender%20se%20a%20isenção%20pode%20ser%20mantida%20no%20meu%20caso." target="_blank" rel=" noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="247" src="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg" alt="" class="wp-image-1283" style="aspect-ratio:4.145908845530963;width:324px;height:auto" srcset="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1024x247.jpg 1024w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-300x72.jpg 300w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-768x185.jpg 768w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1536x371.jpg 1536w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-2048x494.jpg 2048w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-1920x463.jpg 1920w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-600x145.jpg 600w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-414x100.jpg 414w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-260x63.jpg 260w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-85x21.jpg 85w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-800x193.jpg 800w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1-373x90.jpg 373w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
</div>


<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Artigo elaborado por Eugenio &amp; Almeida Advogados, com registro na OAB/SP 42.168, especialistas na defesa do servidor público em todo Brasil. Esse artigo possui caráter meramente informativo.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Fontes </h2>



<p class="wp-block-paragraph">• <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7713compilada.htm?utm_source=chatgpt.com">Lei nº 7.713/1988, especialmente art. 6º, XIV e XXI;</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">• <a href="https://scon.stj.jus.br/SCON/sumstj/doc.jsp?b=SUMU&amp;i=50&amp;l=50&amp;operador=AND&amp;ordenacao=-%40NUM&amp;p=false&amp;utm_source=chatgpt.com">Superior Tribunal de Justiça, Súmula 627;</a></p>



<p class="wp-block-paragraph">• <a href="https://www.gov.br/pgfn/pt-br/cidadania-tributaria/por-assunto/imposto-de-renda-pessoa-fisica-irpf-2/isencao-por-molestia-grave?utm_source=chatgpt.com">Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, Isenção por moléstia grave.</a></p>
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		<title>Como fazer acordo de precatório com a Prefeitura de SP?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[jonathan]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 20:50:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Servidores Públicos]]></category>
		<category><![CDATA[#Precatórios #AcordoDePrecatório #ServidorPúblico #PrefeituraDeSãoPaulo #PrecatóriosSP]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se você tem um precatório para receber da Prefeitura de São Paulo, o acordo direto é uma forma prevista nas regras de pagamento para antecipar o recebimento do crédito. Para participar, porém, é preciso seguir o procedimento definido pelo Município e observar as condições do edital vigente. Para fazer um acordo de precatório com a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Se você tem um precatório para receber da Prefeitura de São Paulo, o acordo direto é uma forma prevista nas regras de pagamento para antecipar o recebimento do crédito. Para participar, porém, é preciso seguir o procedimento definido pelo Município e observar as condições do edital vigente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para fazer um acordo de precatório com a Prefeitura de SP, o credor precisa verificar o edital aplicável, conferir se o precatório está apto a participar, preparar os documentos exigidos e apresentar a proposta pelo sistema indicado pelo Município. <strong>O pedido é feito por advogado, com procuração específica para o acordo.</strong> Cumpridas essas etapas, a proposta será analisada conforme as regras da Prefeitura e do pagamento de precatórios.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Como iniciar um acordo de precatório com a Prefeitura de SP?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">O primeiro passo é verificar se existe um edital aberto para receber propostas e quais são as suas regras.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É o edital que informa, por exemplo, quem pode participar, o prazo para enviar a proposta, quais documentos são necessários e quais condições serão aplicadas ao acordo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A página da Procuradoria Geral do Município consultada para este artigo ainda apresenta informações sobre o Edital nº 1/2025, que recebeu propostas entre 1º de junho e 31 de agosto de 2025.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, antes de preparar o pedido, é importante consultar as informações atuais da Prefeitura para saber qual edital está vigente e quais regras devem ser seguidas.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Preciso de advogado para fazer o acordo direto?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Sim. De acordo com o procedimento informado pela Prefeitura de São Paulo, a proposta deve ser apresentada por advogado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também é necessária uma procuração com poderes específicos para celebrar o acordo direto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, <strong>o advogado fica responsável pela apresentação da proposta e pela conferência das exigências do procedimento.</strong> O credor, por sua vez, precisa fornecer os documentos e as informações necessárias para que o pedido seja preparado corretamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Preciso ir pessoalmente à Prefeitura?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Em regra, não. Segundo as orientações da Procuradoria Geral do Município, o credor manifesta ao advogado seu interesse em fazer o acordo, sem necessidade de comparecer pessoalmente à Prefeitura para apresentar a proposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O procedimento é realizado eletronicamente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso facilita a participação do credor, mas é importante que os documentos e a procuração estejam de acordo com as exigências do edital antes do envio da proposta.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Qual procuração é necessária?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A Prefeitura exige uma procuração específica para a celebração do acordo direto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, uma procuração que já tenha sido utilizada anteriormente no processo judicial pode não conter todos os poderes necessários para essa finalidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Também existem situações que exigem documentos diferentes. Se o credor não puder assinar, por exemplo, pode ser necessário apresentar procuração por instrumento público. No caso de empresas, devem ser conferidos os documentos de constituição e representação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A orientação mais segura é <strong>verificar as exigências do edital antes de preparar a procuração.</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Quais documentos preciso separar?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os documentos necessários dependem do edital e da situação de cada credor. Entre os documentos indicados nas orientações municipais estão o formulário gerado pelo sistema e a procuração específica para o acordo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros documentos podem ser necessários conforme o caso, especialmente para comprovar:</p>



<p class="wp-block-paragraph">• quem é o atual titular do precatório;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• quem pode representar o credor;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• eventual condição específica prevista no procedimento;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• a situação dos herdeiros, quando o titular original faleceu;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• a divisão ou individualização do crédito, quando necessária;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• a representação da empresa, quando o credor for pessoa jurídica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, vale conferir a lista do edital vigente antes de reunir a documentação. Assim, o credor pode preparar o pedido de acordo de acordo com as regras atuais.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">O que acontece se o titular do precatório faleceu?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Os herdeiros podem participar do acordo, desde que a situação do crédito e da sucessão esteja regularizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse caso, <strong>é necessário demonstrar quem possui direito sobre o precatório</strong>. Dependendo da situação, podem ser necessários documentos relacionados à habilitação dos herdeiros no processo e à atualização da titularidade do crédito.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Sou herdeiro. Posso fazer o acordo?</h3>



<p class="wp-block-paragraph">Sim, desde que esteja devidamente reconhecido como sucessor e possa demonstrar sua titularidade sobre o crédito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Se essa regularização ainda não tiver sido concluída, pode ser necessário resolver essa etapa antes de apresentar a proposta de acordo.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://wa.me/551126310424?text=Olá,%20vim%20pelo%20artigo%20sobre%20acordo%20de%20precatório%20com%20a%20Prefeitura%20de%20São%20Paulo%20e%20gostaria%20de%20orientação%20para%20entender%20como%20funciona%20e%20se%20essa%20possibilidade%20se%20aplica%20ao%20meu%20caso." target="_blank" rel=" noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="247" src="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1024x247.jpg" alt="" class="wp-image-1220" style="aspect-ratio:4.145908845530963;width:333px;height:auto" srcset="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1024x247.jpg 1024w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-300x72.jpg 300w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-768x185.jpg 768w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1536x371.jpg 1536w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-2048x494.jpg 2048w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1920x463.jpg 1920w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-600x145.jpg 600w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-414x100.jpg 414w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-260x63.jpg 260w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-85x21.jpg 85w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-800x193.jpg 800w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-373x90.jpg 373w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
</div>


<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">O que conferir antes de enviar a proposta?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de apresentar o pedido, é importante fazer uma conferência do precatório e dos documentos. Isso ajuda a evitar que uma pendência simples dificulte o andamento da proposta.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entre os principais pontos que devem ser verificados estão:</p>



<p class="wp-block-paragraph">• quem aparece como titular do precatório;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• se o advogado está regularmente habilitado;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• se a procuração contém os poderes exigidos;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• se todos os documentos necessários estão disponíveis;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• se o precatório atende às regras do edital;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• se o crédito precisa ser individualizado;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• se houve falecimento do titular, cessão do crédito ou outra mudança que precise ser regularizada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa conferência serve para deixar a proposta adequada às regras do procedimento. A aprovação dependerá da análise prevista no edital e nas normas aplicáveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://eugenioalmeida.com.br/acordo-direto-precatorio-estadual-2026/">Leia também: Acordo direto em precatório estadual em 2026: entenda as novas regras</a></p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Como a proposta de acordo é apresentada?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A proposta é enviada eletronicamente pelo canal indicado pela Prefeitura, dentro do prazo estabelecido no edital.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O advogado responsável deve acessar o sistema utilizado pelo Município e seguir as instruções da convocação vigente.</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes do envio, é importante conferir os dados do precatório, a procuração e os demais documentos. Como as regras e as orientações do sistema podem mudar entre um edital e outro, o procedimento utilizado em uma convocação anterior nem sempre será exatamente o mesmo da próxima.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, o melhor ponto de partida é sempre o edital atual.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">O que acontece depois que a proposta é enviada?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Depois do envio, a proposta passa pela análise prevista no procedimento municipal.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Prefeitura verifica se o pedido atende às condições do edital e se a documentação está correta. Segundo as orientações municipais, as propostas aprovadas seguem as etapas previstas para a formalização do acordo e o pagamento do precatório.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que o protocolo é uma etapa importante do procedimento, mas não encerra a análise.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acordo direto é uma alternativa prevista para o credor que deseja antecipar o recebimento do precatório mediante as condições estabelecidas pelo Município. Antes de decidir, é importante conhecer essas condições e entender como elas serão aplicadas ao seu crédito.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Vale a pena fazer acordo com a Prefeitura de São Paulo?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A resposta depende das prioridades e da situação de cada credor.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O acordo direto pode ser interessante para quem prefere <strong>antecipar o recebimento do precatório em vez de continuar aguardando o pagamento pela ordem normal.</strong> Em contrapartida, o credor precisa aceitar as condições previstas para o acordo, inclusive eventual redução aplicada ao valor do crédito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por isso, a decisão não deve considerar apenas se existe ou não possibilidade de acordo. É útil entender o valor envolvido, as condições oferecidas e a situação do precatório para comparar as alternativas de forma consciente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O fato de existir uma redução no crédito não significa, por si só, que o acordo seja desfavorável. Para muitos credores, antecipar o recebimento pode ser uma escolha adequada. O ponto principal é saber previamente quais são as condições e o que elas representam no caso concreto.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Como começar o acordo do seu precatório municipal?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se você pretende fazer um acordo de precatório com a Prefeitura de SP, o caminho pode ser resumido em algumas etapas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Primeiro, consulte o edital vigente. Depois, confira a situação e a titularidade do precatório. Em seguida, reúna os documentos necessários e providencie a procuração específica. Com essas informações organizadas, o advogado poderá preparar e apresentar a proposta pelo procedimento eletrônico indicado pelo Município.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nos casos de herança, cessão ou mudança na titularidade, pode ser necessário regularizar o crédito antes do envio.</p>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Quer avaliar o acordo para o seu precatório?</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Se a possibilidade de receber o precatório por acordo faz sentido para você, o próximo passo é entender como as regras do Município se aplicam ao seu crédito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Eugenio &amp; Almeida Advogados atua na área de precatórios e na defesa de servidores públicos e pode analisar a situação do precatório, a titularidade, a documentação necessária e as condições previstas para o acordo direto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa análise individual também permite esclarecer as etapas necessárias para preparar a proposta e compreender as condições do acordo antes da decisão.</p>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>


<div class="wp-block-image">
<figure class="aligncenter size-large is-resized"><a href="https://wa.me/551126310424?text=Olá,%20vim%20pelo%20artigo%20sobre%20acordo%20de%20precatório%20com%20a%20Prefeitura%20de%20São%20Paulo%20e%20gostaria%20de%20orientação%20para%20entender%20como%20funciona%20e%20se%20essa%20possibilidade%20se%20aplica%20ao%20meu%20caso." target="_blank" rel=" noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="247" src="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1024x247.jpg" alt="" class="wp-image-1220" style="aspect-ratio:4.145908845530963;width:333px;height:auto" srcset="https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1024x247.jpg 1024w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-300x72.jpg 300w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-768x185.jpg 768w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1536x371.jpg 1536w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-2048x494.jpg 2048w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-1920x463.jpg 1920w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-600x145.jpg 600w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-414x100.jpg 414w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-260x63.jpg 260w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-85x21.jpg 85w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-800x193.jpg 800w, https://eugenioalmeida.com.br/wp-content/uploads/2026/01/assinatura-2-373x90.jpg 373w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
</div>


<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Artigo elaborado por Eugenio &amp; Almeida Advogados, com registro na OAB/SP 42.168, especialistas na defesa do servidor público em todo Brasil. Esse artigo possui caráter meramente informativo.</p>



<hr class="wp-block-separator has-alpha-channel-opacity"/>



<h2 class="wp-block-heading" style="font-size:22px">Fontes</h2>



<p class="wp-block-paragraph">• <a href="https://smartsampa.prefeitura.sp.gov.br/web/procuradoria_geral/w/servicos/321229">Prefeitura de São Paulo, Procuradoria Geral do Município, Serviços relacionados a Precatórios</a>;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• <a href="https://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/decreto-52312-de-13-de-maio-de-2011">Prefeitura de São Paulo, Decreto Municipal nº 52.312/2011, texto consolidado</a>;</p>



<p class="wp-block-paragraph">• <a href="https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/6630">Conselho Nacional de Justiça, Resolução nº 303/2019</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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